O secretário executivo do MCT, Luiz Antonio Elias, destacou hoje (26), em Brasília (DF), o impulso que o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação obteve nos últimos anos.

Nesse contexto, ele lembrou do papel do ministério dentro de uma política para a área que vem sendo consolidada com investimentos na capacitação e formação de recursos humanos. Ele foi o coordenador de uma das plenárias do primeiro dia da programação da 4ª Conferência Nacional de CT&I, que vai até o dia 28.

O secretário apontou como fundamental a recuperação da importância do MCT, segundo ele, “desconstruída” no período neoliberal. Elias também ressaltou que houve, nos últimos anos, uma maior interlocução entre os agentes que prezam pela inovação.

“Hoje nós temos 14 Estados com Lei de Inovação e até o final do ano serão 17. Foram lançados 122 institutos nacionais de C&T – 39 em saúde -R$ 41 bilhões foram destinados para a área de ciência e tecnologia num compromisso firmado pelo presidente Lula e pelo ministro Sergio Rezende. Isso nunca existiu em nenhum momento da historia”, ressaltou o secretário.

No entanto, Elias também apontou as deficiências do país na área de C&T, indicando para os próximos anos um contexto onde será necessário aumentar a competição interna, incentivar a inovação e amortecer a vulnerabilidade. “Além disso, os nossos setores intensivos estão abaixo da média mundial”, afirmou.

Ele acrescentou que existe a necessidade de o Brasil explorar o crescimento acima da média mundial e estimular os investimentos crescentes no pré-sal, na siderurgia e na mineralogia.

“Temos capacidade e estamos no limiar de um novo ciclo para o Brasil. Temos massa crítica e mercado interno e somos capazes de articular todos os nossos agentes, estruturando o MCT com entes da Federação numa grande cadeia interna, que permita estruturar um país mais forte e mais dinâmico”, destacou.

Fonte: Gestão C&T

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