O que é Inovação
Terça, 06 de outubro de 2009 17:52
O Decreto 5.798, de 7 de junho de 2006, que
regulamenta a Lei 11.196 (mais conhecida
como Lei do Bem), define inovação tecnológica
como sendo “a concepção de novo produto ou
processo de fabricação, bem como a agregação
de novas funcionalidades ou características ao
produto ou processo que implique melhorias
incrementais e efetivo ganho de qualidade ou
produtividade, resultando maior competitividade
no mercado”.
O Decreto 5.798, de 7 de junho de 2006, que
regulamenta a Lei 11.196 (mais conhecida
como Lei do Bem), define inovação tecnológica
como sendo “a concepção de novo produto ou
processo de fabricação, bem como a agregação
de novas funcionalidades ou características ao
produto ou processo que implique melhorias
incrementais e efetivo ganho de qualidade ou
produtividade, resultando maior competitividade
no mercado”.
A partir de sua terceira edição, publicada em
2005, o Manual de Oslo, editado pela Organização
para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico
(OCDE), responsável pelas definições mundialmente
adotadas sobre inovação, traz uma importante
modificação: expandiu o conceito de inovação,
incluindo o setor de serviços e retirando a palavra
“tecnológica” da definição de inovação, ou seja,
é possível se fazer inovação em produtos, em
processos, em serviços, em marketing e em
sistemas organizacionais.
Contudo, é importante ressaltar que as
definições constantes nos itens I e II do Art. 2º
do Decreto supramencionado estão baseadas
nas recomendações do Manual Frascatti e não
no Manual de Oslo – mais abrangente e flexível
quanto às definições e metodologias de inovação
tecnológica.
No presente Guia, são apresentados os instrumentos
de apoio financeiro, técnico e/ou gerencial às
inovações de produtos e de processos, pois apenas
estas modalidades são contempladas pelas
agências de fomento no Brasil.
Convém registrar que, apesar da mudança na
definição de inovação, a maioria dos órgãos de
fomento ainda utiliza a expressão “inovação
tecnológica” para designar a inovação em produtos
e processos.
A partir de sua terceira edição, publicada em
2005, o Manual de Oslo, editado pela Organização
para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico
(OCDE), responsável pelas definições mundialmente
adotadas sobre inovação, traz uma importante
modificação: expandiu o conceito de inovação,
incluindo o setor de serviços e retirando a palavra
“tecnológica” da definição de inovação, ou seja,
é possível se fazer inovação em produtos, em
processos, em serviços, em marketing e em
sistemas organizacionais.
Contudo, é importante ressaltar que as
definições constantes nos itens I e II do Art. 2º
do Decreto supramencionado estão baseadas
nas recomendações do Manual Frascatti e não
no Manual de Oslo – mais abrangente e flexível
quanto às definições e metodologias de inovação
tecnológica.
No presente Guia, são apresentados os instrumentos
de apoio financeiro, técnico e/ou gerencial às
inovações de produtos e de processos, pois apenas
estas modalidades são contempladas pelas
agências de fomento no Brasil.
Convém registrar que, apesar da mudança na
definição de inovação, a maioria dos órgãos de
fomento ainda utiliza a expressão “inovação
tecnológica” para designar a inovação em produtos
e processos.
Trecho retirado do Guia Prático de Apoio à Inovação, elaborado pela ANPEI e MCT. Conheça mais em http://proinova.isat.com.br/ClickDownload.asp?arquivo=/Downloads/Guia_Inovacao_Empresas.pdf
